Esses dias, quando me deitei no chão gélido do meu quarto, ao lado da cama, me peguei pensando sobre o amor. É uma coisa complicar de entender, sentir, explicar e de esquecer também, principalmente.
Tenho manias estranhas, como a de largar tudo ao meu redor, sentar ou deitar em algum lugar silencioso e ficar pensando comigo mesmo. Acho isso muito prazeroso porque posso ver meus próprios defeitos, julgar meus próprios atos e me arrepender de várias coisas. Não sou muito a favor de ficar repetindo as mesmas coisas para que possa conseguir algo, mas um pensamento ficava martelando minha cabeça e tudo que eu tentava imaginar, se repetia nesse mesmo pensamento.
E sabe qual é esse pensamento? Você. Aquele corpo quente que invadiu meu espaço sem minha permissão e sem mesmo eu perceber já tinha dominado minha vida. Sem eu perceber já tinha partido e foi viver.
Fiquei muito tempo pensando no porquê, e não encontrei nenhuma resposta, foi então que eu resolvi aceitar a decisão. Esse papo de que o tempo cura as feridas não é nada verossímil. O tempo apenas ajuda a camuflar bem no fundo das suas ideias aquilo que você quer esquecer. Mas você nunca conseguirá esquecer daquilo e sempre irá no fundo das suas ideias remexer naqueles sentimentos antigos. Não é mesmo?
Pois bem, eu remexi nessas ideias. E me arrependi muito por isso.
Foi então que eu senti lágrimas caindo pelo meu rosto. Mas senti uma enorme satisfação em perceber que aquelas lágrimas eram da luz que clareava meu rosto e não do arrependimento.
Tenho manias estranhas, como a de largar tudo ao meu redor, sentar ou deitar em algum lugar silencioso e ficar pensando comigo mesmo. Acho isso muito prazeroso porque posso ver meus próprios defeitos, julgar meus próprios atos e me arrepender de várias coisas. Não sou muito a favor de ficar repetindo as mesmas coisas para que possa conseguir algo, mas um pensamento ficava martelando minha cabeça e tudo que eu tentava imaginar, se repetia nesse mesmo pensamento.
E sabe qual é esse pensamento? Você. Aquele corpo quente que invadiu meu espaço sem minha permissão e sem mesmo eu perceber já tinha dominado minha vida. Sem eu perceber já tinha partido e foi viver.
Fiquei muito tempo pensando no porquê, e não encontrei nenhuma resposta, foi então que eu resolvi aceitar a decisão. Esse papo de que o tempo cura as feridas não é nada verossímil. O tempo apenas ajuda a camuflar bem no fundo das suas ideias aquilo que você quer esquecer. Mas você nunca conseguirá esquecer daquilo e sempre irá no fundo das suas ideias remexer naqueles sentimentos antigos. Não é mesmo?
Pois bem, eu remexi nessas ideias. E me arrependi muito por isso.
Foi então que eu senti lágrimas caindo pelo meu rosto. Mas senti uma enorme satisfação em perceber que aquelas lágrimas eram da luz que clareava meu rosto e não do arrependimento.